A vida é
como a dança das foices na seara
Como a
vara de um vento soprando
Sobre as
hastes dos grãos.
Levando a pragana
que sobra
Na
esperança de um homem bom
A vida é
como feitor,
Senhor dos
dias e das noites
Como os
girassóis se vira em busca de luz
O açoite
do tempo,
Deixa
marcas na pele
E pelos pelos
eriçados de febre
Ela cobra
seu tributo diário

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